Mês: Janeiro 2014

Pan-americanismo e outros temas, com Leopoldo Machado

Capa ObservaçõesHá dois textos de Leopoldo Machado no opúsculo “Observações e Sugestões”, de 1947, que chamam a atenção. Na crônica que abre o livro, intitulada “A reforma social e a mulher”, o autor percebe a mulher soltando-se dos limites domésticos da mãe de família e saindo para o exterior, numa conquista de espaço e poder. O outro texto chama a atenção já pelo seu título: “Pan-americanismo cristão”. Neste, Leopoldo faz uma defesa da Cepa – Confederação Espírita Pan-americana e aponta para o seu aparecimento no ano anterior, 1946, como resultado do 1º Congresso Pan-americano realizado em Buenos Aires. Leia o texto completo e faça o download do livro aqui.

Pereira Guedes e a Feb

Capa Uma Farse

A moral que decorre da filosofia espírita insere-se no grande livro da ética universal, aplicável a qualquer tempo e civilização, conhecimento e cultura. A moral cotidiana, contudo, padece de universalidade por estar relacionada aos documentos legais e à realidade vivida, ao mundo da vida, onde o homem constrói e se reconstrói na experiência repetitiva da formação de sua bagagem e progresso. “Uma farsa” é um documento chocante, por tudo o que expõe, mas é também um documento revelador de um momento histórico do espiritismo brasileiro.

Leia o texto completo em http://www.expedienteonline.com.br/?page_id=900

Leopoldo Machado, 1939

capa o Espiritismo é obra de educaçãoHerculano Pires, Vinicius, Eurípedes Barsanulfo e Leopoldo Machado formam entre aqueles que tomaram o espiritismo e o adjetivaram como “obra de educação”. Que, de fato, também é. Vinicius, lá no início do século XX, já defendia essa convicção que alimentou durante os oitenta e oito anos de sua existência no corpo físico. Herculano Pires foi o mais fértil de todos e o que mais empregou esforços intelectuais para refletir e teorizar sobre a importância da doutrina espírita como nova base pedagógica.

O livro “O Espiritismo é Obra de Educação”, de Leopoldo Machado, data de 1939 e representa hoje um documento dos mais interessantes para o estudo do espiritismo no Brasil, especialmente no seu viés educativo. Leia o texto completo e faça o download do livro clicando aqui

O Espiritismo como Religião

Capa O espiritismo como religiãoO tempo desbota as cores até transformar tudo em preto e branco, mas o mundo sempre foi e é multicor, multidiverso e dinâmico. O cenário de então estava rodeado de fatos recentes de marcada influência. Em 1947, os espíritas paulistas haviam dado à luz a União Social Espírita, depois União das Sociedades Espíritas (Use). Em 1949, dois acontecimentos simultâneos: a realização no Rio de Janeiro do II Congresso Espírita Pan-americano, marcadamente laico, e a celebração do chamado Pacto Áureo pela Federação Espírita Brasileira (Feb), como contraponto ao congresso pan-americano. Em 1950, a Feesp vê seu prestígio se solidificar com a implantação vitoriosa dos cursos regulares de espiritismo. E em 1953 publica o opúsculo “O Espiritismo como Religião”. Para ler o texto completo e fazer o download clique AQUI

 

Ribeirão Preto, 1928

Capa A religião no larVoltar ao passado pode ser questão de necessidade, de curiosidade ou mera bisbilhotice. Quando é preciso esclarecer fatos obscuros, necessidade; quando se deseja saber como os fatos se deram, curiosidade; quando o interesse é de apenas desvendar intimidades, bisbilhotice. Uma palestra de Vinicius de 1928 é um documento bastante interessante para quem tem necessidade ou curiosidade de olhar o passado, mas não é, certamente, bom para quem quer apenas bisbilhotar. Leia o texto por inteiro e descubra aqui.

O espírita e a política

Capa O espírita e a políticaHouve um tempo em que o Brasil se fazia preocupação dos espíritas em termos de política, dado que a realidade do país contrastava com os ideais emanados da doutrina. As leis morais, de O Livro dos Espíritos, expressam propostas que não são contempladas, ainda hoje, seja pelo Brasil seja por grande parte das nações do mundo.

Alguns adeptos, individualmente, se lançaram na árdua tarefa de pleitearem mandatos junto aos parlamentos e poderes executivos, subsidiados pelo ideal de fazer uma política diferente e, com seus exemplos, contribuírem para a mudança de um quadro que ajusta interesses grupais e poucas vezes contempla interesses públicos. Chegou-se a criar um partido político espírita. Leia o texto completo e faça o download do documento “O espírita e a política”, de 1953, aqui.

A evolução como justiça, por Vinícius

Capa Vinicius sombraAo falar de Vinícius não estou me referindo ao poetinha de Garota de Ipanema e tantas outras produções lítero-musicais, cujo centenário de nascimento foi comemorado recentemente. O Vinícius, aqui, é Pedro de Camargo, um piracicabano que encantou quem o conheceu nas tribunas a falar sobre a doutrina que o arrebatou, cuja vida física terminou no ano de 1966. Leia e faça o download do texto “Criacionismo e Evolucionismo” clicando aqui.

Frases, afirmações e suas fontes

deolindo1“Quem conta um conto aumenta um ponto”. Lembro a expressão aqui para me referir a uma palestra realizada por Deolindo Amorim, um dos grandes pensadores espíritas, no Centro Espírita Léon Denis do Rio de Janeiro. O ano: 1974. Alguém anotou a fala, fez um resumo e submeteu o texto ao próprio Deolindo, que aprovou. Daí surgiu um opúsculo em branco e preto intitulado “O Espiritismo e o Elemento Humano”, distribuído gratuitamente. Hoje, escasso, por isso raro.

Leia o texto completo aqui.

Coelho Netto e o Espiritismo. Outra vez?

Capa da 1a. edição
Capa da 1a. edição

Alguns estudiosos da Transcomunicação Instrumental tratam o caso de Coelho Netto como o primeiro em que um espírito, o de sua neta, fala com um encarnado – a mãe da menina – pelo telefone. A afirmação foi dada pelo próprio escritor numa famosa entrevista concedida ao Jornal do Brasil no finalzinho do primeiro quarto do século XX. Clique aqui para ver e ler o documento integral.

A posse, o poder, o silêncio

A era pós-Thiesen é a era da consolidação da Estratégia Thiesen. E quem a consolida? Aqueles mesmos a quem ele um dia revelou as delícias do poder e atraiu para junto de si, polindo suas crenças e hábitos. A FEB é a Casa de Ismael, Ismael é o poder. A FEB é o Espiritismo, o Espiritismo é a FEB. O que mais quer um homem sonhador, que imagina o Espiritismo se entranhando na sociedade mundial e oferecendo as delícias do novo reino? Leia o texto integral clicando aqui.